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Mortalidade materna

América Latina e Caribe (31 países): Razão de mortalidade materna segundo estimativas do Grupo Inter-Agencial (MMEIG), 2015 (Por cada 100.000 nascidos vivos)

Número de mulheres que morrem durante a gravidez ou nos 42 dias seguintes ao parto devido a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez mesma ou sua atenção, por cada 100.000 nascidos vivos para um dado ano, em um determinado país.

América Latina y El Caribe (32 países): Razão de mortalidade materna segundo dados informados pelos países à Organização Panamericana de Saúde, último ano disponível (Por cada 100.000 nascidos vivos)

Representa a morte de uma mulher durante a gravidez ou dentro dos 42 dias seguinte ao término desta, seja qual for a duração e local da gravidez, devido a complicações da gravidez, parto ou puerpério (ex.: qualquer causa relacionada ou agravada pela própria gravidez ou sua atenção), mas não por causas acidentais ou incidentais.

Análise

A medição da mortalidade materna é um processo complexo e os datos provenientes das distintas fontes disponíveis não necessariamente coincidem entre si. Com fins de comparabilidade entre os países no marco dos ODM, o Grupo Interagencial para a Estimação da Mortalidade Materna das Nações Unidas (MMEIG, na sigla em inglês) faz um cálculo da taxa de mortalidade materna para cada país. Esta informação nem sempre corresponde com a informação com que contam os países de acordo com seus próprios registros, a qual é coletada pela Organização Panamericana de Saúde (OPAS). Se bem os dados considerados para o seguimento dos ODS (e, anteriormente, os ODM) correspondam à informação fornecida pelo MMEIG, o OIG publica ambos dados.

A taxa de mortalidade materna nos países da América Latina e Caribe segundo as estimativas do Grupo Interagencial (MMEIG), se bem tenha demonstrado uma importante queda na média regional nos últimos anos – de 88 para cada 100 mil nascidos vivos em 2005, a 67 para cada 100 mil nascidos vivos em 2015 – ainda está longe de atingir a meta recomendada nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio lançados pelas Nações Unidas no ano 2000, onde se propunha reduzir em 75% a taxa de mortalidade materna entre 1990 (135 por cada 100 mil nascidos vivos na média regional) e 2015.