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Autonomia econômica

A autonomia econômica refere-se à capacidade das mulheres de acessar, gerar e controlar renda própria, ativos e recursos produtivos, financeiros e tecnológicos, bem como o tempo e a propriedade. Leva em consideração a divisão sexual do trabalho e a desigual organização social do cuidado.

Indicadores

Índice de feminização da pobreza

Sobre este indicador

A feminização da pobreza refere-se à sobrerrepresentação das mulheres entre a população em situação de pobreza e extrema pobreza. Este indicador é fundamental para mostrar como os esforços de redução da pobreza na região não beneficiaram homens e mulheres de maneira igual, evidenciando que a pobreza afeta desproporcionalmente as mulheres, especialmente em lares com crianças. Os lares pobres tendem a concentrar uma maior proporção de mulheres em idades de maior demanda produtiva e reprodutiva, refletindo sua falta de autonomia econômica.

Definição
Índice que compara a porcentagem de mulheres de 20 a 59 anos em situação de pobreza (ou pobreza extrema) em relação à de homens pobres nessa mesma faixa etária. Um valor superior a 100 indica que a pobreza (ou pobreza extrema) afeta em maior grau as mulheres do que os homens; um valor inferior a 100 indica o contrário. O indicador é construído com base em pesquisas domiciliares dos países no Banco de Dados de Pesquisas Domiciliares (BADEHOG), entre o ano 2000 e o último ano disponível.

Regulamentos mais recentes

  • | 23 Dez 2024 | Leis de cuidados

    Lei Nº 15.069, Política Nacional de Cuidados

    Establece la creación de la Política Nacional de Cuidados, cuyo objetivo es garantizar el derecho al cuidado mediante la promoción de la corresponsabilidad social y de género en la provisión de cuidados, considerando las múltiples desigualdades existentes.

    Esta política tiene como objetivos: asegurar el derecho al cuidado de manera gradual y progresiva, a través de un enfoque integral que reconozca la interdependencia entre quien cuida y quien es cuidado; fomentar políticas públicas que garanticen el acceso a cuidados de calidad para ambas partes; impulsar acciones en el sector público que permitan la conciliación entre el trabajo remunerado, las necesidades de cuidado y las responsabilidades familiares; incentivar la implementación de medidas similares en el sector privado y en la sociedad civil; garantizar condiciones de trabajo decente para quienes se dedican al cuidado remunerado, combatiendo la precarización y explotación laboral; reconocer, reducir y redistribuir el trabajo de cuidado no remunerado, mayoritariamente realizado por mujeres; abordar las desigualdades estructurales en el acceso al derecho al cuidado, reconociendo la diversidad tanto de quienes cuidan como de quienes reciben cuidados; y promover un cambio cultural en la organización social del trabajo de cuidado.

  • | 8 Mar 2016 | Lei / Política

    Lei 13.257 de 8 de março de 2016

    Em seu artigo 38, a lei   13.257 modifica os artigos   1º, 3º, 4º e   5º da lei   nº 11.770, de 9 de setembro  de 2008, que institui o Programa Empresa Cidadã. Todos os empregados de   empresas parte do Programa terão   direito a 15 dias de licença-paternidade, além   dos 5 dias já estabelecidos em lei, sem perdas salariais.

  • | 8 Mar 2016 | Leis de cuidados

    Ley 13.257 de 8 de marzo de 2016

    En su artículo 38, la ley 13.257 modifica los artículos 1º, 3º, 4º y 5º de la ley nº 11.770, de 9 de septiembre de 2008, que instituye el Programa Empresa Ciudadana. Todos los empleados de las empresas parte del Programa tendrán derecho a 15 días de licencia-paternidad, además de los 5 días ya establecidos en ley, sin pérdidas salariales.

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